Confissão de Fé

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COMUNIDADE EVANGÉLICA DEUS PROVERÁ

CONFISSÃO DE FÉ DAS SAGRADAS ESCRITURAS

Porque: Toda a carne é como a erva, e toda a sua glória como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor; mas a Palavra do Senhor permanece para sempre. (I Pe 1.24,25) Cremos e confessamos que a Bíblia, Antigo e Novo Testamentos é a infalível Palavra de Deus em linguagem humana. E que esta Palavra é o fiel registro de revelação, que Deus fez de Si mesmo aos homens. Sendo Deus seu verdadeiro autor, foi escrita por homens santos e movidos pelo Espírito Santo. Esta Palavra tem por finalidade promover a glória de Deus revelando seus propósitos, edificar os salvos, e levar os pecadores ao arrependimento e salvação, na pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo. Cremos e confessamos que seu conteúdo é perfeito, inspirado verbal e plenariamente, sem mescla de erros, sendo o mais precioso tesouro de instrução divina. Revela o destino final do mundo e os critérios pelos quais Deus julgará todos os homens. A Bíblia é a autoridade única em matéria de religião, sendo o fiel padrão pelo qual devem ser aferidas todas as doutrinas e a conduta dos homens, sendo nossa única e suprema regra de fé e pratica. Ela só pode ser interpretada à luz da glória do Pai, da iluminação do Espírito Santo, e da Pessoa e dos ensinos de Nosso Senhor Jesus Cristo. (1) Sl 119.89; Hb 1.1; Is 40.8; Mt 24.35; Lc 24.44,45; Jo 10.35; Rm 3.2; I Pe 1.25; II Pe 1.21. (2) Is 40.8; Mt 22.29; 24.35; Hb 1.1,2; Lc 16.29; Rm 16.25,26. (3) Êx 24.4; II Sm 23.2; At 3.21; II Pe 1.21. (4) Rm 1.16; 15.4; II Tm 3.16,17; I Pe 2.2; Hb 4.12; Ef 6.17; Jo 5.39. (5) Sl 19.7-9; 119.105; Pv 30.5; Jo12.47,48; 17.17; Rm 2.12,13; 3.4. (6) II Cr 24.19; Is 8.20; 34.16; Mt 5.17,18; At 17.11;Gl 6.16; Fp 3.16; II Tm 1.13. DA DIVINDADE Cremos e confessamos que há um só Deus, Espírito puríssimo, infinito, eterno e imutável, sábio, perfeito em santidade,em justiça, verdade, amor, verdadeiro e bom; é onipotente, onisciente e onipresente. Ele é o criador, sustentador, redentor, juiz e Senhor da história do universo, que governa pelo seu poder, dispondo de todas as coisas, de acordo com o seu eterno decreto. Deus é infinito em santidade e em todas as demais perfeições. Por isso, a Ele devemos todo oamor, culto e obediência. Em sua triunidade, O Eterno se revela como Deus O Pai,Deus O Filho e Deus O Espírito Santo, que são pessoas distintas, contudo, da mesma essência, sem divisão, iguais em poder e eternidade. (1) Dt 6.4; Jr 10.1; Sl 139; I Co 8.6;I Tm 2.5,6; Êx 3.14; 6.2, 3; Is 43.15; Mt 6.9; Jo 4.24; I Tm 1.17; Ml 3.6; Tg 1.17; I Pe1.16,17. (2) Gn 1.1; 17.1; Êx 15.11-18; At 17.24-26; Ef 3.11. (3) Is 6.2; 57.15; Jó 34.10.(4) Mt 22.37; Jo 4.23,24; I Pe 1.15,16. (5) Mt 28.19; Mc 1.9-11; I Jo 5.7; Rm 15.30; IICo 13.13; Fp 3.3; Jo 1.1-3; 15.23; 17.1-3,21.
DOS ANJOS Louvai-O, todos os seus anjos;louvai-O, todas as suas legiões celestes. (Salmos 148.2)Cremos e confessamos a existência de anjos bons, criados por Deus como seres espirituais, incorpóreos e poderosos. Porém, podem assumir forma corpórea, com fins epropósitos determinados por Deus. Criados para serem adoradores de Deus, e enviados como servos de Deus para ministrarem em favor dos que hão de herdar a salvação. Como criaturas, os anjos não são cultuados ou venerados, nem se lhes deve dirigir orações e cânticos; todavia, são dignos de respeito. Cremos e confessamos a existência pessoal de Satanás, como um anjo caído, inimigo de Deus e príncipe dos anjos maus e deste mundo, que junto com suas hostes demoníacas sempre se opõem ao trabalho de Deus. Mas a Igreja de Cristo tem a vitória sobre as forças espirituais do mal, já assegurada pela morte e ressurreição de Cristo; que também garantiu a derrota final de Satanás e suas hostes malignas. (1) Ne 9.6; Ap 4.11; 5.11; Sl 148.2,5; Hb 1.14; Sl 34.7;91.11; 89.5,7; Dn 4.13,17,23; Mt 28.5; Hb 13.2. (2) Nm 22.31; II Rs 6.17; Lc 2.13; At8.26; 10.3-6; 12.6-11; 27.23,24. (3) Cl 1.16; Ef 1.21; Jó 1.6; 2.1. (4) II Pe 2.4; Jd 6; Ap20.10. DO HOMEM Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; (Gn 1.26b)Cremos e confessamos que Deus criou o homem à Sua imagem, conforme a Sua semelhança, e disso decorre o seu valor e dignidade, sendo dotado de natureza física e espiritual. E que o homem caiu do estado em que fora criado, tendo pecado contra Deus, e incorreu na condenação e depravação total de sua natureza; e que toda a humanidade, por ter sido representada em Adão, tem parte na culpa de seu primeiro pecado, e todos por herança natural, nascem com uma natureza destituída da justiça original e inclinada para o pecado. Portanto, nenhum esforço humano, nenhuma formalidade religiosa, pode aproximar de Deus o homem natural que, estando morto em delitos e pecados, necessita nascer de novo. (1) Gn 1.26-31; 2.7; 3.19; 9.6; Sl 8; Mt16.26; Ec 3.20; 12.7; At 17.26-29. (2) Sl 51.5; Is 64.6; Jr 13.23; 17.9; Mc 7.20-23. (3)Jo 1.12, 13; 3.3-8; 14.6; Rm 3.1-23; 5.1,2,8,12; 6.23; Gl 3.22; Ef 2.1,5,8,9; Tt 3.5; I Pe1.1,2; I Jo 5.1,19. DA SALVAÇÃO Pela graça sois salvos, mediante a fé;e isto não vem de vós; é Dom de Deus; não de obras para que ninguém se glorie.(Efésios 2.8,9) Cremos e confessamos que a salvação é outorgada por Deus, somente por sua graça, mediante Jesus Cristo O Salvador, e O único mediador entre Deus e os homens, que havendo em tudo executado a vontade do Pai, ofereceu-Se em sacrifício vivo e eficaz por nós, satisfazendo todos os reclames da justiça divina e garantindo a todos os que nEle crêem a vida eterna. E que O
Espírito Santo fazendo uso das verdades reveladas nas Sagradas Escrituras, e de forma sobrenatural, vivifica o pecador morto em delitos e pecados. O Espírito Santo habilita o pecador a crer em Jesus, e o persuade a recebê-Lo como seu único Senhor, Salvador e Mediador diante do Pai, batizando-o no corpo de Cristo no ato da conversão, e habitando a partir desse momento e para sempre, nos verdadeiros crentes. Cremos que a salvação compreende o decreto divino progressivo da providência de Deus que são: eleição, regeneração, fé, arrependimento, conversão, justificação, adoção, santificação, perseverança e glorificação. (1) Dt 7.7,8; Sl 37.39; Is 53.4-6,11,12; 55.5; Sf 3.17; Jo 10.16; 15.16; Rm 5.1; 8.30; 11.5,6; I Co 1.24,28,29; Tt 1.1; 2.10; Ef 2.8,9; At.12; 15.11; I Pe 1.1,2; 2.9,10. (2) Jo 3.6,8,16; I Pe 1.18-25; Rm 5.17; II Co 5.17; Tt 1.1; I Co 6.20; Ef 1.7; Ap 5.7-10. (3) Rm 10.9,10,13; Jo 1.13; 6.37,39; 10.27,28; 15.16; 17.9; At 2.39,47; 18.10; Ef 1.4-9,11-14; 4.1; II Tm 2.10. (4) Tt 3.4- 7; Rm 8.30,38,39; Jo 3.16; 10.27,28; 11.25; Ap 20.6,7; 21.27; 22.5. DA IGREJA Para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais, segundo o eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Ef 3.9,10) Cremos e confessamos que a Igreja do Senhor Jesus, em sentido espiritual e invisível, é constituída por todos os salvos por Sua graça em virtude do sacrifício redentor, e em sentido orgânico e visível, se constitui de pessoas regeneradas que confessam Jesus e recebem o batismo, em uma corporação religiosa que mantenha e guarde as doutrinas bíblicas do cristianismo evangélico, ensinadas por Jesus e seus apóstolos. Cremos que a Igreja pura, santa e verdadeira é a que tem por missão: glorificar o nome de Jesus Cristo, promover a edificação dos santos, e o ensino das Escrituras, a exortação e a disciplina dos faltosos, que mantém os seus membros servindo uns aos outros, que difunde o Evangelho para a salvação dos pecadores e o estabelecimento de todos os desígnios de Deus. Cremos que há na igreja, pessoas habilitadas segundo a concessão do Espírito Santo, com dons para a execução do serviço de Deus, para o cumprimento de sua missão. (1) Jo 10.16; Ef 1.5,6,21-23;3.9,10; 4.4-6; 5.23-27; Cl 1.18-20; Hb 12.22-24; II Tm 1.8,9; Mt 16.18; 28.18,19,20. (2) Mt 18.17; At 5.10,11; 6.3-6; 14.23; 20.17,28; I Co 4.17; I Tm 3.1-13; Tt. 1.5-9. (3) Mt 18.15-17; I Co 1.2,10; 3.16,17; 12.7-11; Ef 4.11-13; Ap 21.2,3. DAS ORDENANÇAS DA IGREJA Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; (Mt 28.19)
Cremos e confessamos que o batismo e a Ceia do Senhor são ordenanças da igreja, instituídas pelo próprio Senhor Jesus Cristo, sendo ambas de natureza simbólicas. Sendo que o Batismo simboliza a morte e o sepultamento do velho homem, e a ressurreição deste para uma nova vida, em identificação com a morte, sepultamento e ressurreição do Senhor Jesus Cristo e também prenúncio da ressurreição dos remidos, bem como a purificação de seus pecados. O batismo deve ser ministrado sob a invocação do nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo*. Cremos que a Ceia do Senhor é uma cerimônia da igreja reunida, comemorativa e proclamadora da morte do Senhor Jesus Cristo, simbolizada por meio dos elementos: Pão e Vinho. A Ceia deve ser celebrada pela igreja até a volta de Cristo e sua celebração pressupõe a, aceitação de Jesus Cristo , como Senhor e Salvador de sua vida e o cuidadoso exame íntimo dos participantes. Cremos que o Batismo e a Ceia do Senhor, têm por fim servir de sinal distintivo entre o povo de Deus e o povo do mundo, de representação simbólica e selo das bênçãos do pacto da graça, e meios de fortalecer nossa comunhão com Cristo e uns com os outros, e de promover nossa santificação. (1) Mt 3.5,6,13-17; 26.26-30; 28.19; Jo 3.22,23; 4.1,2; I Co 11.20,23-30. (2) At 2.41,42;8.12,36-39; 10.47,48; 16.33; 18.8. (3) Rm 6.3-5; Gl 3.27; Cl 2.12; I Pe 3.21; At 2.38. (4)Mt 26.29; At 20.4-8. O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO Cremos que o batismo no Espírito Santo é o recebimento do prometido Consolador, em poderosa e gloriosa plenitude, a fim de revestir o crente com poder do alto; para glorificar e exaltar o Senhor Jesus; para dar uma palavra inspirada em testemunho dEle; para promover o espírito de oração, santificação e sobriedade para capacitar o indivíduo e a igreja a ganhar almas de maneira eficiente, prática, alegre, cheio do Espírito; e que, sendo esta ainda a dispensação do Espírito Santo, tem o crente todo direito de esperar o seu recebimento da mesma maneira pela qual o receberam judeus e gentios igualmente, nos dias bíblicos, conforme se encontra registrado na Palavra, de modo que possa ser dito de nós o que foi com respeito à casa de Cornélio; o Espírito Santo caiu sobre eles, no princípio, assim como em nós agora. Jo. 14:16,17 ; At. 1:5,8 ; At. 2:4 ; At. 8:17 ; At. 10:44-46 ; At. 19:6 ; I Co. 3:16 A VIDA CHEIA DO ESPÍRITO SANTO Cremos que, sendo o Espírito Santo como um vento poderoso e veemente, como línguas de chamas vivas, que podem sacudir e convulsionar comunidades inteiras para Deus, ele é, também, como uma delicada pomba, facilmente ofendido e magoado pela impiedade, frieza, vãs conversações, jactância e espírito de crítica ou julgamento, bem como pensamentos e ações que desonrem o
Senhor Jesus; e que é, portanto, vontade de Deus que vivamos e andemos no Espírito, momento a momento, sob o precioso sangue do Cordeiro, a pisar respeitosa e suavemente na presença do Rei, sendo pacientes, amorosos, verdadeiros, sinceros, de oração, não murmuradores, estando a tempo e fora de tempo servindo ao Senhor. OS DONS E FRUTOS DO ESPÍRITO Cremos que o Espírito Santo tem os seguintes dons a serem concedidos à Igreja crente e fiel ao Senhor Jesus Cristo: a palavra de sabedoria, palavra de conhecimento fé, operação de maravilhas, dons de curar, profecia, discernimento, línguas, interpretação que, conforme o grau de graça e fé de quem os recebe, são repartidos a cada um diversamente, segundo a vontade do Espírito; que eles são dignos de serem mui avidamente desejados e buscados, na ordem e proporção em que mais sejam edificantes e benéficos à Igreja; e que o fruto do Espírito: amor, alegria, paz, longanimidade, mansidão, bondade, benignidade, fé, temperança, deve ser manifesto, cultivado e cuidadosamente guardado como adorno resultante de uma vida cheia do Espírito e evidência constante, eloqüente e irrefutável disso. I Co. 12:1,31 ; I Co. 12:11; 14:12 ; Rm 11:29 ; Rm. 12:6-8 ; João 15:8 ; Lc. 3:9 MODERAÇÃO Cremos que a moderação do crente deve ser notória a todos os homens; que sua experiência e proceder diários jamais o levem a extremos, fanatismos, manifestações escandalosas, calúnia, murmurações; mas que, sua sóbria, experiência cristã seja de uma firme retidão, sensatez, humildade, auto-sacrifício e conforme a Cristo. Fl. 4:5 ; Ef. 4:14,15 ; I Co. 13:5 ; Cl. 3:12,13 Cremos que a cura divina é o poder do Senhor Jesus Cristo para curar os enfermos e os aflitos, em resposta à oração sincera; que Ele, sendo o mesmo ontem, hoje e para sempre, jamais mudou; mas é, ainda, um auxílio plenamente suficiente na hora da dor, capaz de saciar as necessidades, vivificar o corpo, a alma e o espírito a uma novidade de vida, em resposta à fé daqueles que oram com submissão à sua vontade divina e soberana. A SEGUNDA VINDA DE CRISTO Cremos que a segunda vinda de Cristo é pessoal e iminente; que ele descerá do céu nas nuvens de glória com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus. E que, nesta hora, a qual ninguém sabe antecipadamente, os mortos em Cristo se levantarão, e os remidos que estiverem vivos serão levados acima, junto com eles, nas nuvens a encontrar o Senhor nos ares, para estarem sempre com o Senhor. E, vendo nós também, que mil anos são como um dia para o Senhor, e que ninguém sabe a hora do seu aparecimento, o qual
cremos estar iminente, cada dia deve ser vivido como se Ele fosse esperado aparecer antes de findar o dia. Todavia, em obediência à sua ordem categórica “trabalhai até que eu venha”, a obra de propagação do Evangelho, o envio de missionários e as obrigações gerais para a edificação da igreja devem ser promovidas tão ampla e diligentemente como se nem a nossa geração nem a vindoura fosse viver em carne para que pudesse ver aquele glorioso dia. I Ts. 4:16,17 ; Tt. 2:12,13 ; Mt. 24:36,42,44 ; Hb. 9:28 ; . Lc. 19:13 ; Lc. 12:35-37 DO FUTURO DOS CRENTES Declarou-lhes Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em Mim, ainda que morra, viverá; e todo aquele que vive, e crê em Mim, jamais morrerá. (João 11.25,26) Cremos e confessamos que após a morte física os verdadeiros crentes vão imediatamente à presença de Deus. Estão em paz conscientes na presença do Senhor, onde descansam de seus trabalhos; libertos de todo medo, de tormentos, de toda tentação e condenação; aguardando o novo corpo glorificado. Cremos que os ímpios imediatamente após a morte, estão conscientes e já em grande tormento passam pela pena eterna, sem esperança nenhuma pois, já condenados estão; aguardando o dia do juízo, quando sofrerão o suplício eterno, angústias e tormentos onde o fogo não se apaga e o verme não morre, para sempre por toda a eternidade; estarão separados de Deus, a saber: a segunda morte. Ap 14.13; Is 25.8; Ap 7.14-17;21.4. (3) Ap 16.10-11; Is 66.24; Mc 9.44,46,48. (4) Lc 16.23-26; 23.43; Ap 6.9,10; Hb 9.28; I Ts 4.16; I Tm 6.14,15; II Tm 4.1,8; Tt 2.13; Ap 1.7. (5) Dn 12.2; Jo 5.28,29; At 24.15; I Co 15.12-24; II Co 5.10; I Jo 4.7; Mt 25.41-46; Mc 9.43-48; Lc 14.14;16.22,23; Jo 14. 1-3; Rm 6.22,23.

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